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Retrospectiva 2012

Último dia de 2012, uhul! O meu ano foi cheio de altos e baixos, mas aos trancos e barrancos aqui estou eu, cheguei, venci!

Acho que o ser humano tem por costume ficar reclamando de tudo e se esquecer das coisas boas, inclusive, eu sou especialista em fazer isso. Então vou parar de reclamar por aqui.

Então, o que dizer de 2012? Foi um ano surpreendente!  E aconteceu tanta, mas tanta coisa que só de pensar da canseira!

Pra começar, em 2012 eu chorei mais do que esperava, mas dei risadas gigantescas por incontáveis vezes.

Passei mais tempo na internet do que o aconselhável para qualquer pessoa. Vi e falei menos com os meus amigos do que eu gostaria, não me exercitei o tanto que eu queria, comi muita besteira, muita mesmo. Comprei muitos livros, li muito pouco. Fui ao cinema mais do que em 2011, mas menos do que desejo ir em 2013.

Não fiz nenhuma viagem, sem comentários.

Ganhei grandes amigos e tenho que agradecer muito pela presença deles nos meus dias que não seriam tão divertidos assim sem eles. Vi grandes amigos partindo, mas sei que cada um está correndo atrás da própria felicidade e que vamos conseguir manter contato e que a amizade continua firme, distância não me assusta! Algumas pessoas foram embora pra nunca mais e eu tenho que aprender a lidar com isso, porque faz parte do grande ciclo da vida. Ri, amei, abracei, apertei, reclamei, me decepcionei, chorei, dormi, dormi, dormi, dormi mais do que a cama. Senti saudade. Muita saudade. Matei a saudade. Quis fugir, quis voltar, quis mudar, quis ficar, quis não ser, quis muito não querer também.

E a verdade é que 2012 me bateu com força em muitos pontos, mas me foi como uma mãe também: me deu exatamente o que eu precisava pra me tornar mais forte, mais segura, mais independente e uma pessoa melhor. Eu só precisava enxergar as coisas de um ângulo diferente e com um pouco mais de entendimento sobre as coisas.

Agradeço muito a todos vocês que fizeram parte direta ou indiretamente do meu ano de 2012.

Que o ano de 2013 nos traga conquistas, vitórias, muitas alegrias, coragem e  força!

Abraham Lincoln, o caçador de vampiros

Nome original: Abraham Lincoln: Vampire Hunter
Elenco: Benjamin Walker, Mary Elizabeth Winstead, Dominic Cooper, Rufus Sewell, Jimmi Simpson, Anthony Mackie, Robin McLeavy, Alan Tudyk, Marton Csokas, Cameron M. Brown.
Direção: Timur Bekmambetov
Gênero: Suspense
Duração: — min.
Distribuidora: Fox Film
Orçamento: US$ 70 milhões
Estreia: 31 de Agosto de 2012
Sinopse: Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros explora a vida secreta de um dos maiores presidentes dos Estados Unidos em uma história não contada que definiu uma nação. Os cineastas visionários Tim Burton e Timur Bekmambetov (diretor de Wanted) trazem uma voz fresca e visceral para o folclore do vampiro sedento de sangue, imaginando Lincoln como o maior caçador da história dos mortos-vivos. O filme teve origem no livro homônimo de Seth Grahame-Smith.

Nem preciso comentar que o filme vai ser muito bom, né? Deu até vontade de ler os livros do Seth Grahame-Smith. E abaixo os banners do filme:

Empolgados pra assistir o filme? ;D

MIB 3 Resenha

MIB 3: Resenha

Elenco: Will Smith, Tommy Lee Jones, Josh Brolin, Emma Thompson, Nicole Scherzinger, Betty White, Gemma
Arterton, Sharlto Copley, Alice Eve, Michael Stuhlbarg.
Direção: Barry Sonnenfeld
Gênero: Ficção Científica/Ação/Comédia
Duração: 106 min.
Distribuidora: Sony Pictures
Orçamento: US$ 215 milhões
Estreia: 25 de Maio de 2012
Estrelas: ⭐⭐⭐⭐
Sinopse: Em ‘MIB 3′, os agentes J (Will Smith) e K (Tommy Lee Jones) estão de volta… no tempo. J já viu algumas coisas inexplicáveis nos seus 14anos com os Homens de Preto, mas nada, nem mesmo aliens, o deixa tão perplexo quanto o seu parceiro reticente, K. Mas quando a vida de K e o destino do planeta são colocados em jogo, o Agente J vai viajar no tempo para colocar as coisas no lugar. J descobre que há  segredos no universo que K nunca mencionou – segredos que serão revelados quando ele se juntar ao jovem Agente K (Josh  Brolin) para salvar seu parceiro, a agência e o futuro da humanidade.

Crítica:

Fui ao cinema movida pelo sentimento de nostalgia da minha infância, confesso que não existiam grandes expectativas da minha parte em relação a esse filme, já que MIB 2 não foi exatamente o que eu esperava.

Bem, nos primeiros momentos do filme não entendi muito bem o que estava acontecendo, parecia que estava em um dos filmes da Marvel e seus super-vilões e não no tradicional Men In Black. Mas assim que apareceu o Will Smith na tela, o sentimento de estar assistindo a um dos meus filmes favoritos reapareceu. E uma das coisas que mais me surpreendeu foi o fato de o filme seguir a linha cronológica e se passar em 2012.

Mas vamos ao roteiro do filme que é o seguinte, um alienígena altamente perigoso chamado Bóris (Jemaine Clement) consegue escapar da prisão criada especialmente para ele na Lua e volta até 1969 com o objetivo de matar aquele que é o responsável pelos anos em que ficou em cárcere, o agente da MIB, K (Tommy Lee Jones). O que acontece então é que K some do presente e a única pessoa que lembra de sua existência é o seu parceiro o agente J (Will Smith) que volta no passado para encontrar a versão mais jovem de K (Josh Brolin) e impedir o seu assassinato e também a invasão alienígena que acontece no planeta após o desaparecimento de K.

Viagens no tempo sempre são muito interessantes por criar possibilidades de narrativas diferentes das normais e Etan Cohen como roteirista do filme sobre aproveitar todos os ganchos possíveis. Existiam dois Bóris, J conseguia se lembrar de K e a ambientação da maior parte do filme foi nos anos 60 o que deixa o filme com o mesmo ar retrô do MIB I. Nesse filme podemos ver desde os alienígenas com figurinos bizarros aos equipamentos totalmente antiquados, dignos das séries e filmes da época.

Gostei muito também da forma como abordaram vários temas como o passado do agente J e do agente K. Todas as informações bateram e foram fiéis aos outros filmes, mesmo que existam algumas informações adicionais nunca mencionadas antes. As piadas sobre a cultura norte-americana da época da corrida espacial e da revolução de costumes são as melhores, conseguiram inclusive inserir Andy Warhol no filme. Existem ainda as piadas sobre as condições dos negros naquele período e sobre a sisudez do agente K (Tommy Lee Jones) que se reflete na versão mais jovem (Josh Brolin).

E é Brolin que rouba a cena, ele reproduz a atuação de Jones de forma fiel desde as manias até à inflexão da voz, mas o K de Brolin parece mais humano. No entanto, uma outra personagem que me agradou e surpreendeu foi o Griffin(Michael Stuhlbarg), no primeiro momento, achei algo piegas e sem graça, mas com o decorrer do filme adorei a interpretação do ator e a personagem em si que por ser capaz de ver as várias possibilidades do futuro ao mesmo tempo faz com que tenhamos boas piadas no filme.

Só tenho uma coisa a dizer sobre os efeitos especiais: foram perfeitos. Assisti o filme em 3D e em nenhum momento senti a minha vista cansada ou que os efeitos especiais estavam interferindo no filme e a maquiagem dos alienígenas (com destaque para os olhos mecânicos de Boris que me assustaram de verdade e para o cérebro de Griffin que é uma criação extraordinária) é digna do maquiador multi-premiado, Rick Baker.

Concluindo, o filme vale totalmente a pena. As sequências de ação foram muito bem feitas, o filme mantem o ritmo constante, os efeitos especiais não deixam aquém das expectativas e existem momentos surpreendentes  para aqueles que acompanharam os dois primeiros filmes da série. O entretenimento está garantido. Além disso, existe uma possibilidade de diversão extra: tente encontrar no filme famosos como Lady Gaga, Tim Burton, Justin Bieber, Nicole Scherzing e Betty White.