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Resenha do show do Avenged Sevenfold em Brasília

O show que estava marcado para as 21h, começou às 21h40, eu não posso reclamar desse atraso pois foram 1h40 de AC/DC tocando para o público nos auto-falantes e eu amo AC/DC, além disso, mesmo o atraso não desanimou o público que no final da primeira música “Shepherd of Fire”  berrava “Sevenfold”, “Sevenfold” sem parar.

Foi só com os primeiros acordes de “Critical Acclaim” que os gritos dos fãs começaram a ecoar junto com a letra da música e assim foi até o final da apresentação: um coro de vozes cantando quase todas as músicas e conquistando a banda. O vocalista e líder da banda M. Shadows afirmou que que essa era a primeira vez do A7X em Brasília e que definitivamente não seria a última.

Já em êxtase os fãs receberam um grande obrigado de Shadows que informou haver uma mudança no setlist feita especialmente para Brasília: “Welcome to The Family” que não foi tocada em nenhum outro show da turnê pela America Latina foi dedicada aos novos fãs da banda como agradecimento pela presença deles no show, no lugar de The Beast and the Harlot.

Nesse ponto eu já estava totalmente absorta no show. Tentava memorizar cada detalhe do que eu presenciava e ao vivo e na minha visão de fã, a banda foi perfeita. Talvez o setlist pudesse ter sido modificado para agradar fãs antigos, mas a mistura de CDs definitivamente foi algo bom para todos os fãs, desde os que acompanham a banda da época do Waking The Fallen até os que só passaram a conhecer a banda em Hail To The King.

E foi justamente “Hail to The King” que mostrou que TODOS estavam vibrando com o show, 5 mil mãos fizeram uma “saudação ao rei” conduzida por toda a banda e eu quase não consegui ouvir o M.Shadows porque os presentes estavam cantando a plenos pulmões e estavam totalmente eufóricos, nem mesmo a música “Seize The Day” que pode ser considerada uma das músicas mais calmas da banda fez com que os fãs diminuíssem a empolgação e a energia que seguiu até o fim do show passando pelos hits “Nightmare” , “Afterlife” e “This Means War” e as não tão conhecidas “Doing Time”, “Buried Alive” e “Eternal Rest”.

Merece destaque também a inclusão de “Almost Easy”, que não fez parte do show no Rock In Rio, e das músicas do BIS que foram: “Unholy Confession” (minha favorita de todos os tempos <3) e “A Little Piece of Heaven” – que por pouco não ficou fora da apresentação da banda, o público teve que clamar pelo retorno da banda ao palco, além é claro do “solo do Synyster Gates” considerado um dos melhores e mais rápidos guitarristas do mundo.

O show feito para o público brasiliense foi o que eu poderia chamar de The Greatest Hits, a banda é incrível ao vivo e a noite foi definitivamente inesquecível para todos os fãs presentes, a banda recuperou a presença de palco e interagiu muito mais com a plateia do que o que aconteceu no show do Rock In Rio, eu e acredito que os 5 mil presentes saíram do show satisfeitos e com a certeza de terem participado de um verdadeiro espetáculo.

O setlist:

1. Shephered of Fire
2. Critical Acclaim
3. Welcome to the Family
4. Hail to The King
5. Doing Time
6. Buried Alive
7. Seize The Day
8. Nightmare
9. Eternal Rest
10. Solo do Synyster
11. Afterlife
12. This Means War
13. Almost Easy

~~~BIS~~~

14. UNHOLY CONFESSIONS
15. A LITTLE PIECE OF HEAVEN

E olha só o que eu ganhei no show:

Lembranças mais perfeitas do show! Palhetas do Syn, do Jhonny e do Zacky! <3

Noka

Anna Paula, mais conhecida como Noka, brasiliense, leonina, mercadóloga, nerd de carteirinha, apaixonada por pandas, arqueologia, moda, filmes, livros e cultura no geral e jura que seu planeta de origem é Urano.

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